terça-feira, 22 de dezembro de 2009

um momento... de ti. (2)


Não sei o que sinto…
Não sei o que espero…
Não sei por quem espero…

Não sei…

Não sei o teu cheiro…
Não sei o teu brilho…
Não sei o que sonho…
Não sei… se sabes?!

Sei… que quero… e muito!

O tempo torna-se uma angústia.
O limite torna-se uma barreira.
O céu torna-se bizarro.
O som torna-se sem sentido.

Sei… apenas só sei!

Procuro aqui.
Procuro agora.
Procuro na minha mente.
Procuro no meu livro.

Procuro-te… no (meu) mundo.

Procuro-te por um segundo.
Procuro-te por uma palavra.
Procuro-te por um gesto.
Afinal, procuro-te por mim…

E por ti!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

o sabor de uma explosão...


Sentia a água escorrer pela testa, pelo canto dos olhos, pelo canto da boca e finalmente pingava para o infinito em direcção ao chão… ou ao meu colo!
Sensação estranha, aquela, não é de todo normal estar numa situação de extremo desconforto e não o sentir… o que me motiva a estar ali?! O que me prende estoicamente naquela cadeira molhada, naquele ambiente frio, naquele estádio enorme e que hoje, me parece bem mais pequeno…
As pernas tremem-me… não percebo se é do nervoso miudinho, não entendo se é a impaciência de que tudo aquilo acabe num ápice e eu tenha o meu quentinho e conforto de volta, não percebo se é o frio que me trespassa violentamente de um canto ao outro do corpo… não percebo a realidade que me circunda, a irracionalidade de todos eles, todos os que estão exactamente na mesma angústia declarada, mas inconsciente, que eu passo naquele momento!
Amor?! Paixão?! Loucura?!
Afinal, estranhamente sinto-me em casa, no mais recôndito lugar do meu ser, no mais profundo da minha presença, não tenho frio, a água não chega, o barulho torna-se melodia, os estranhos tornam-se familiares, as vontades tornam-se paixões e vontades arrebatadoras…
Salto e canto o mais vulgar dos ruídos, simplesmente para me aquecer e exteriorizar todo o nervoso que me consome por dentro, afinal hoje é dia do “Grande” jogo, são eles o alvo a conquistar, a vencer!
É neste cenário, que num lance aparentemente perdido, ela volta e entra…

Momento de explosão!

Dá-se o clímax de todo aquele teatro, num palco bem real. Antes, nem com a minha roupa podia, fria e molhada, agora num frenético saltar e explodir de emoções descontroladas, abraço-me de forma que tem tanto de espontânea como de naturalmente estranha, aos que me rodeiam. Cumprimento e sou cumprimentado por este estranho e por aquele conhecido, como se a culpa/razão daquele momento também fosse nossa… e não era?!
Repito, grito, sorriu, gozo com o momento… naqueles breves momentos, para nós, deixou de chover, deixou de haver desconforto, deixou de haver tudo, apenas existe o todo! Adultos com personalidades perfeitamente construídas e consolidadas, tornam-se no mais básico e infantil dos seres.
Volto a saltar, volto a cantar, volto a ficar sem voz… com o maior sorriso nos lábios, naquele momento, completamente encharcado, consigo e sou feliz…

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

um momento... de ti. (1)


Hoje, particularmente… hoje, sinto falta:

de não tirar os meus olhos de ti…
de colo…
do teu toque…
do teu sorriso…
do teu cheiro…
do teu… sim.
do teu tudo…
e simplesmente do teu nada!


Surpreende-me! Diz-me “sim”, quando eu estiver a adivinhar um “não”, faz-me pensar só em ti… faz com que o meu dia se resuma a um momento de prazer… não te peço sexo. Hoje, não!
Peço-te um… momento, de genialidade, desvenda-me um recanto do teu ser que eu ainda não conheça, que eu ainda não tenha descodificado… ou não tenha invadido!
Faz-me acreditar em ti… aliás em nós… ou no fundo, aquilo que mais procuro, faz me acreditar em mim!
Deixa-me deitar a cabeça no teu colo… e passeia a ponta delicada dos teus dedos pela minha testa. Da forma mais delicada que uma mãe pode mimar o seu filho! Da forma mais apaixonada que tu me podes tocar… faz como tu sabes, da forma que me deixas arrepiado sem perceberes, não pares… por favor!
Sinto um arrepio invadir o fundo das costas e evoluir até ao pescoço… sinto os pêlos dos braços a eriçar… e num movimento mais ou menos despercebido e sem perturbar o momento, concerto a circulação normal do sangue… que sensação!
O arrepio transforma-se num misto de prazer e frio, aconchego-me a ti e ao teu colo… tu percebes e aconchegas a manta que me tapa… e ao final de poucos minutos entrego-me ao sono, do mais profundo e agradável que posso ter nesta noite…

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

imagem do dia... 09-12-2009

Eheheheheh...
lá está... nem tudo o que luze, é ouro!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

um sorriso... parvo!

Há umas horas atrás coloquei este vídeo no face…



Ao fazê-lo, percebi que acabava de trocar o meu “diário electrónico”, ou seja, deixava de ser “as nuvens”, para passar a ser o “face”…
Nada disso!!!
Não quero!!!
Este é o meu espaço, só o meu espaço… o canto onde rumino as minhas ideias e perspectivas sobre uma realidade, que pode ou não ser a minha.
Surge então a(s) questão(ões). Porquê este vídeo? Porquê o “amor acontece”? Porquê o “Don't Stop Believing”?
Sendo este o meu “diário”, ainda assim preservo para mim todas estas explicações… mas é pelo facto de nunca deixar de acreditar, que o amor pode mesmo acontecer!
Sim tenho um sorriso… parvo.
E de repente tudo volta a dar a volta outra vez. Acaba um ciclo e sem pedir licença, começa outro, da forma mais abrupta, que poderia existir.
Foda-se!
Na puta desta vida, nada acontece, mesmo, por acaso!
Torna-se arrepiante, a espiral de acontecimentos que se proporcionam, ou que são condicionadas para testar o próprio destino e a vontade… em relação à vontade, sim eu quero! E quero muito! E quero tudo!
E afinal nunca deixei de acreditar…!
Sim, continuo com o sorriso… parvo, na cara, um sorriso que se tornou de conquista, mesmo sem nada ter conquistado.
(Enquanto escrevo tenho a musica do vídeo a bombar nos ouvidos… é assim que escrevo, é assim que devem ser lidos os textos… com som!)
O que me reserva o dia de amanhã? Não faço a menor ideia, não quero saber, não quero projectar… não se projectam dias, apenas edifícios!
Sinto-me vivo, sinto novamente o sangue a correr nas veias, é quente, não percebo o que aquece o quê, se é o coração que aquece o sangue, ou se o coração é aquecido pelo sangue… prefiro acreditar que é o meu sorriso que me aquece.
Mais uma vez na minha vida, não tenho destino, viajo pelo prazer da viagem… apenas defino uma direcção! É assim que gosto de viver, é assim que gosto de sonhar… e jamais deixarei de acreditar! Por muita barreira que tenha ou que me sejam impostas, por muito obstáculo que me possa surgir, pode me parar o corpo, mas nada será suficientemente grande para me deter a mente…
Simplesmente, porque eu acredito! ;-)

sábado, 24 de outubro de 2009

parabéNs...


Há pessoas que marcam os capítulos da minha vida de forma vincada, há outras pessoas que são mais que isso, ganham espaço, importância e dimensão suficiente para preencherem por si só um capítulo.
Todas as palavras que eu escreva neste texto vão pecar por falta de cheiro, de tom, de toque, de tudo… lembro-me de um dos textos mais sentidos e bonitos que escrevi na minha vida, relembro-o aqui e agora:

O tempo, não passa… voa!
O texto, não tem cheiro… tem aroma!
O som, não tem tom… tem melodia!
O olhar, não tem olhos… tem sentido!
Os lábios, não debitam… saboreiam!
A mensagem, não tem letras… tem ideias!
A presença, não tem pessoas… tem almas!
O sentimento, não tem quantidade… tem qualidade!

Foi dos textos em que com menos, consegui dizer mais…
Hoje, o teu ciclo reinicia, é então o dia em que te desejo do mais genuíno e profundo do meu ser que tudo o que desejas para ti se realize não da forma que o desejas, ou sintas, mas surpreendentemente melhor!
No meu último aniversário, foste a primeira a deseja-lo. Pela hora deste texto, serei sem duvida o primeiro a retribui-lo.
Com todos os ingredientes que doseiam os limites da nossa amizade… fica um beijo preso a este texto, à espera que o leves…

Muitos e muito bons… Parabéns!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ele há coisas?!


Estava o Jorge Jesus, antes do jogo com o Sporting, a falar com os jogadores nos balneários:
Eu sei que é uma chatice, mas temos que jogar contra eles...
Faz parte do calendário, o que é que querem?

O Luisão responde:
Mas, oh mister, é preciso irmos todos?

Então, o Di Maria levanta-se e diz:
Não é preciso!
Eu vou jogar sozinho contra eles.
Vocês podem ir descansar.

E Jorge Jesus lá concordou:
Ok, Di Maria. Então vai lá dar cabo deles.

O Jorge Jesus e os restantes jogadores foram até um café ali ao lado do estádio e começaram a jogar snooker. Estavam eles entretidos até que o Aimar lembra-se de ir ver o resultado do jogo ao intervalo. O marcador assinalava: Benfica 1 (Di Maria aos 10m) - Sporting 0.
Voltou à mesa de snooker e contou como estava o jogo.
Passada uma hora, decidem ir todos ver o resultado final: Benfica 1(Di Maria aos 10m) -Sporting 1 (Liedson aos 89m).
Ficaram surpresos e Jorge Jesus dirigiu-se ao balneário onde estava o Di Maria com as mãos na cabeça e muito chateado.

Então Di Maria, o que é que aconteceu?, perguntou Jorge Jesus.

Mister, o sacana do árbitro expulsou-me aos 11 minutos...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

uma visita diferente!


Estádio inaugurado dia 16 de Novembro de 2003, um dia antes de eu completar 23 anos!
Arquitecto Manuel Salgado, desenhou e projectou o que viria a ser o recinto que serviu de palco para a cerimónia de Abertura do Campeonato Europeu de Futebol de 2004.
Desde então, havia a secreta (confessada) vontade de o visitar! E fui… não com o Benfica, pois risco passaria a ser sinónimo de futebol. Selecção?! Não puxa o suficiente para se fazer 600Km em duas prestações.
Logo, era uma questão de tempo… até que Sertanense?! Era o motivo mais que perfeito, está feito!
Sem despir a farda de arquitecto, é uma obra fascinante, interessante, pensada e muito bem estruturada. Concilia vários factores que fazem parte integrante do programa para o qual foi projectada. Um dos exemplos é ou são as acessibilidades, sem dúvida eficazes!
Ontem, enquanto aguardava pelo inicio do jogo e no intervalo de duas fotografias, dava por mim a examinar o espaço… será isto um sinal de que a veia ainda pulsa?!
É com um sorriso nos lábios que confesso no interior do meu pensamento, sim ainda há prazer, muito prazer em pensar arquitectura… um dia destes voltamos a falar sobre este assunto! Está combinado…
Afinal o meu limite, sou apenas eu! ;-D

Porto...


Durante muitos anos da minha vida, Porto, era um destino facilmente evitável! Os conhecidos que lá viviam, depressa eram contemplados no local do costume, ali ao pé do centro do pais…
Passei vezes sem conta a caminho de Espanha, a caminho de Caminha, do Gerês, de Viana, de Braga, Guimarães… enfim! De tudo, menos do destino ficar…
Por motivos profissionais, há uns tempos atrás houve um desvio propositado e guiado pela cidade!
Amor à primeira vista! À segunda! E à terceira…
Porto, é mais que uma cidade, é história! É gente! É Douro! É cheiro! É S. João! É alegria… e nostalgia!
Ainda cheguei há poucas horas e já olho para o calendário para descobrir espaço para voltar…
Se o meu verbo é ir?!
Como diz a minha mana mais velha Paulinha. O meu verbo é mais divertir, seja em que parte do mundo for… se der para conciliar Divertir e ir!
Perfeito!
Sempre a tirar fotos… ;-D

P.S.: Até já! ;-D

domingo, 18 de outubro de 2009

Olá!

Quem disse que o Outono não pode ser… Lindo?! ;-D

terça-feira, 6 de outubro de 2009

momentos...

Amo esta foto!


Andava há algum tempo para fazer esta experiência…
E não é que resultou!

P.S.: o mérito desta foto é repartido em duas partes...
a parte de quem estava à frente da máquina e a parte de quem está estava atrás da mesma! ;-D

Tudo isto é fado...

Faz hoje 10 longos anos que todos nós ganhamos Amália na voz!
E temos na sua voz, a voz de todos nós…

Na banda sonora da minha vida, também há muito espaço para estes tons.

Agora, silencio por favor! Porque se vai cantar o fado.


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Diário de bordo…


16h00 – Um beijo, para quem fica…
Sempre que alguém fica, fica também uma parte de mim!

16h30 – Check-In, Portela.
Depois dos meus pais, se terem “despedido” de mim, depois de me ter “despedido” momentaneamente da minha bagagem, tinha os primeiros momentos para pensar… em mim!

“Esta é a minha primeira viagem, sozinho! Uma das coisas que quero fazer antes dos trinta… Viajar sozinho! Simplesmente eu, fazendo me companhia a mim próprio!” parece que me estou a ver. Baixando os olhos no final deste pensamento e… sorrir. Num misto de orgulho e felicidade...

18h00 – E o telefone tocou…
“Vais viajar para Londres, no dia de hoje… tu és mesmo maluco, não és?!”

Há amizades que não se explicam… sentem-se!

Tenho tanta sorte!

18h30 – Outra SMS…
“Provavelmente já irás ler esta mensagem em terras de sua majestade…”
Provavelmente, estaria à espera de ainda a ler em terras de Sr. Prof. Presidente.

De outra forma, com outras cores, com outros formatos, com outros cheiros e com outras características contigo aprendi e aprendo todos os dias a dimensão de um outro tipo de amizade…

20h00 – Desta vez, vejo-vos daqui…
Depois de descolar, olho para trás e ainda vejo o edifício amarelo em Cabo Ruivo. Sigo atentamente o leito do Rio e na minha cabeça desenho o percurso “estou a voar para norte, logo talvez consiga ver…”
E vejo! Vila Nova da Barquinha… barragem do Castelo do Bode… Proença-a-Nova… As ventoinhas e lá está, consegui ver!
Quantas noites e quantos dias, dali, precisamente daquele pequenino ponto, olhava para o céu, via passar-vos e desejava “um dia, hei-de ir aí!”.

Hoje é o dia!

22h00 – Bora lá...
Hoje, acordei na Charneca de Caparica, estive a trabalhar em Cabo Ruivo, viajei para Londres, e estou carregado com as bagagens a curtir em Picadilly Circus…
Onde isto vai acabar?
Como vai acabar?

Não faço a menor ideia!


Sinto-me um verdadeiro puto numa fábrica de chocolate, sem qualquer tipo de regra ou limite!

Na verdade o meu único limite?!

Sou apenas eu…

Regresso…


Qualificar os últimos 15dias da minha vida, torna-se difícil pelo simples facto que não gosto de recorrer aos adjectivos mais fáceis, neste caso para determinar sentimentos e vivencias que tive de forma única…

Feliz?!

"A felicidade é uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento ou satisfação até à alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem ainda o significado de bem-estar ou paz interna. O oposto da felicidade é a tristeza. Em linguagem comum, quando se diz "estou feliz", está-se a utilizar o primeiro significado — o de emoção. Enquanto que se diz "sou feliz", se está a utilizar o significado de bem-estar." (definição de “felicidade” na wikipédia)

Lembro-me de um dos momentos mais difíceis da minha vida, quando me “despedia” de uma pessoa que no meu percurso de vida, ou como eu gosto de dizer, no meu “livro”, marcou de forma sentida alguns capítulos desta mesma vida, referia que, nessa despedida disse de forma consciente, de que não dependia directamente da minha vontade, mas disse-lhe…

“-Tenho a certeza, que um dia vou ser feliz!”

Na altura, a única certeza que tinha, era que passeava “alegremente” pelo fundo do poço das emoções, começava a ter noção que a imersão desse mesmo estado, dependia apenas de mim… por isso mesmo, o facto de ser (e não de estar) feliz, só dependeria de mim!
Para esse mesmo facto dependia… Ser!
No fundo, ser simplesmente… Eu!

Fazendo a ponte para os últimos 15 dias da minha vida, limitei-me a ser simplesmente, eu!
Por cada fracção de tempo que constituiu este período, sinto já neste momento saudades… foi desde o primeiro minuto ao último momento, sempre a bombar! Por tudo, rigorosamente por tudo, foram as melhores férias da minha vida…

Obrigado a todos os intervenientes deste período! ;-D

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Até…


Fui!

take 001, filme ferias 09


As férias para mim, marcam sempre o fim de um ciclo e o princípio de outro…
Acabo por sentir essa “mudança”, mais neste período que propriamente na convencional passagem de ano.
Este ano para gozar do primeiro ao último momento, vai ser sair do trabalho e arrancar directo para… Londres, o resto será história! Ou histórias!
Se passamos a vida a lembrar que, tudo acaba… hoje, só me quero lembrar que tudo antes de acabar, terá de começar!

olá! vida malvada...

No meu primeiro instante de férias, não dispenso “o” ritual!
Cantar, quase até ao limite das minhas capacidades vocais, o que não é assim tão difícil!
Se noutros momentos, tenho sugerido, que o som esteja bem alto, desta vez, não sugiro…


Exijo!
Bem Alto!

Please!

bora lá?!

;-D

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Em uníssono! Bora lá!

E eu estou quase de… FÉRIAS!
Aqui fica também a versão karaoke, para que (en)cantem comigo, vamos lá, todo lo mundo juntinho! Até porque está frio…
Encham os pulmões!
Som no máximo!
E…
SOLTEM A PAREDE!

N razões para este beijo!


Aqui fica, um beijo carregado de energia positiva e força… em forma de texto.
Com toda a força, cumplicidade, admiração, carinho e simpatia, deixo aqui um beijo para ti!
Não conheço o teu irmão, mas tenho a perfeita noção, de que se te fizer chegar este beijo, alguma coisa por intermédia pessoa, lhe há-de chegar…
Como te disse ainda há pouco, seja na coisa mais ínfima, seja na mais insignificante, se eu poder ajudar de alguma forma…!

Se os beijos tivessem melodia… este teria apenas as notas boas!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Há dias assim…


O que sinto?!

Não sei!


Tento racionalizar o sentimento, desta vez não relacionado com assuntos do coração, ou melhor, não só relacionados com essa temática…
No fundo tento perceber se estou contente, eufórico, medroso, receoso, extasiado, excitado, ou qualquer outro estádio ou estagio, que seja a primeira vez que passe por tal nível de seja lá o que for!
Sinto este texto confuso… sinto-me confuso… apercebo-me que a musica que escolhi para me fazer companhia durante a viagem do cursor, ao longo da pagina, também é confusa…

PÁRA!!! TUDO!!! E É JÁ!!!

Primeiro muda a musica…
Agora sim! Chill Out (ajuda a pensar) é a escolha perfeita!

O senhor que se segue, o texto…
Primeiro, os "factos":
Ontem quando me deitei, aparentemente e na medida do possível, tinha a vida alinhavada, para os próximos capítulos, com algumas decisões mais ou menos dolorosas, mas estavam tomadas!
Hoje, ainda antes do almoço, surgem dois momentos quase seguidos…
“Pedro, precisamos que sejas tu a assumir…”
E o meu mundo parou! Estava á espera de tudo… menos disso!
“Eu! Porque, eu?”
“Porque em ti... confiamos!”
(…)
“Há! A propósito, já falas-te com o Miguel, passa-se o seguinte…”
E ainda em recuperação do primeiro, levei o segundo e o terceiro choques em simultâneo, quase sem me aperceber…
Apercebi-me sim, que estava sentado! Pois quando me levantei tremia…
De quê? E porquê? Não sei! Apenas, tremia...

Enquanto escrevo este texto e reflicto sobre outros acontecimentos, sinto que aquilo que me corria no corpo era tão-somente o que me corria no corpo, quando toquei com os pés no chão… depois de ter sido largado a 4,3Km de altitude.
ADRENALINA!
Durante os últimos tempos, semeei alguns ventos simpáticos, hoje, senti a primeira tempestade (entenda-se no lado positivo da coisa).

Responsabilidade! Carácter! Reconhecimento! Mérito! Confiança! Valor! Carinho! Admiração! Alternativa! Estima!
São alguns dos valores, que senti… por uma ou pela outra situação! Senti-o!

Fui “formatado” de forma inconsciente, durante uma parte significativa da minha vida a subestimar-me, a destruir a auto-estima que raramente teimava em aparecer.
No último ano e meio, fui reeducado no sentido de sem euforias e excessos, perceber os meus limites e valorizar tudo o que de mérito me diz respeito, terei que ser sempre eu o primeiro a efectuar esse reconhecimento, sem cair num narcisismo obcecado por um qualquer ideal.
Resultado, os índices de confiança começam a ganhar dimensão expressiva, depois atinge um ponto que se exterioriza quase de forma natural! Daí, até ao bem-estar diário e constante, é um mero pequeno passo… a minha felicidade, deixa de ser por momentos, para passar a ter momentos... ainda melhores! No fundo passo a viver com momentos de clímax!
Haverá coisa melhor?!
Não sei, descubro todos os dias…
É obvio que tudo isto não invalida dias menos bons…! Mas torna-os mais raros, menos duradouros, mais fugazes e sobretudo muito mais fáceis de superar!


Hoje, o convite que me foi endereçado e a procura de uma ideia realizada por “nós”, poderão ser reconhecidos exteriormente… mas de mim para mim, foi das melhores coisas que me aconteceram na vida… e são coisas pequenas e simples! Mas…
Cada vez mais, nas coisas simples, tenho a minha essência, o meu néctar, o meu ar, o meu dia, o meu luar, o meu olhar, o meu tudo… o meu todo!


Se sou feliz?!
Felizmente, acho que já não sei ser de outra forma…

P.S.: Hoje, vou dormir com um sorriso nos lábios!
:-D